Meus comentários por aí I/II

Precisa arrumar o primeiro


 Sim, eu promovi a remissão da minha DB 2 apenas mudando minha alimentação. O segredo está mais no enfrentamento da ideologia imperante  do que na fisiologia. Quem acredita que a indústria, comércio, serviços e órgãos normativos (governo) defendem a saúde das pessoas não consegue aplicar a radicalidade exigida para mudar a alimentação. A mente dominada não consegue, pois está induzida a ter certeza de que o que come é bom porque foi produzido e aprovado por aquelas instituições e que não há opção que não seja o consumo das comidas tradicionais de seu dia a dia.Resultado: milhões e milhões de mortes e muito sofrimento.

Eu enfrentei isso tudo e obtive remissão da DB 

"Você pode responder à pergunta de Anderson Virgílio: "É possível perder 10 kg em um mês apenas com dieta?""  Fonte: a rede Quora.

Minha resposta: A primeira providência que recomendo é você procurar profissional habilitado - que há de ter conhecimentos — atualizados -- na matéria.

Agora respondendo à pergunta, possível é, mas há que se considerar, também, o conforto da pessoa e seus outros objetivos.

O controle consciente e duradouro do peso corporal, via de regra, está relacionado à proporção entre proteínas, carboidratos e gorduras presentes na nossa alimentação.

Até um tempinho atrás, e ainda hoje há profissionais que adotam o pensamento, acreditava-se que as gorduras, todas, eram as vilãs. Então se recomendava 50% de carbos ficando os outros 50% a cargo de proteínas e gorduras na nossa alimentação diária. Essas proporções foram amplamente disseminadas, inclusive por meio da política e ideologia do sobre lucro legítimo, a ponto de serem incluída nas diretrizes alimentares para o povo brasileiro.

"Hoje", porém, sabe-se que o corpo é capaz de produzir a glicose de que necessita, mesmo para o cérebro e coração funcionarem regularmente, extraindo-a da recombinação de gorduras corporais.

Assim sendo, rebalanceando a alimentação, substituindo os 50% de carboidratos da pelos outros dois macronutrientes, as proteinas e gorduras, isto será suficiente para a perda de peso e todas as consequências benéficas para o organismo, incluido equilibrio da glicemia - controle de diabetes -, peso corporal e pressão sanguinea.

Lembrar que há outras variáveis no processo, uma delas a inflamação provocada por agentes estranhos ao organismo, que variam conforme o grau de processamento industrial dos alimentos. Há também as intolerâncias ao glúten, carbohidratos (diabetes), lactose e sabe-se lá o que mais.

Há muitas outras nuances comportamentais a serem monitoradas: exercicios, stress, sono, água, hobbies, mas aqui já extrapolamos o perguntado.

A propósito, aproveito para indicar leitura de meu livrinho "Diabetes nunca mais - uma história de sucesso sem tomar remédios" que, devido a proximidade metabólica entre diabetes e obesidade, conta como eu fiz e faço para controlar a primeira, mas leva a entender, também, o controle da obesidade. Adquirindo na Hotmart, tem sete dias para devolver, o que dá tempo de sobra para ler e devolver, pegando seu o dinheirinho de volta.

Permaneço a disposição para mais esclarecimentos.

Citar o  artigo a seguir: A 'fisiologia reage' quando as pessoas tentam perder peso - Medscape - 18 de fevereiro de 2022


A 'fisiologia reage' quando as pessoas tentam perder peso

Marlene Busko 

18 de fevereiro de 2022

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A adaptação metabólica (desaceleração do metabolismo em resposta a perda ponderal) aumenta o tempo necessário para alcançar uma meta de perda ponderal, mostra novo estudo de mulheres na pré-menopausa com excesso de peso.

Todas as 65 mulheres sedentárias, jovens e de meia-idade, com excesso de peso que fizeram uma dieta com baixo teor calórico (800 calorias/dia) atingiram a meta de perda ponderal (índice de massa corporal [IMC] ≤ 25 kg/m2) de 66 a 252 dias após a linha de base.

Mas, depois do ajuste para adesão à dieta, a participante que apresentou a maior adaptação metabólica precisou fazer a dieta por 70 dias a mais do que uma participante sem nenhuma adaptação metabólica, para alcançar o IMC pretendido.

O estudo de Dra. Catia Martins, Ph.D., e colaboradores foi publicado em 27 de janeiro no periódico Obesity.

"Embora a adesão à dieta seja claramente o determinante mais importante do tempo para alcançar os objetivos de perda ponderal, os achados em questão têm uma grande relevância clínica, pois demonstram que as pessoas que estão se esforçando para alcançar metas de perda ponderal, apesar de seguirem a dieta, na realidade podem estar 'sofrendo' de adaptação metabólica durante a perda ponderal ativa", escreveram os autores.

Portanto, "os médicos precisam considerar a adaptação metabólica ao avaliar a resistência à perda ponderal", concluíram.

Boa notícia: a adaptação metabólica cessa quando o peso estabiliza

"Este estudo mostra que, por causa da adaptação metabólica, pode ser necessária uma intervenção mais longa do que o esperado para atingir as metas de perda ponderal, mesmo depois do controle para a adesão à dieta", resumiu a Dra. Catia em um e-mail para o Medscape.

A adaptação metabólica faz com que seja mais difícil perder os últimos quilos do que os primeiros ao seguir uma dieta, pois à medida que a perda ponderal progride a adaptação metabólica aumenta, explicou a autora.

No entanto, "a boa notícia é que esse mecanismo some quando o peso é estabilizado (um novo balanço energético é estabelecido), e não é um preditor de recuperação do peso corporal em longo prazo", observou a Dra. Catia, que é professora associada e pesquisadora de ciências da nutrição na University of Alabama, Estados Unidos.

O grupo publicou um estudo em agosto de 2020 mostrando que a adaptação metabólica não é um preditor de recuperação do peso corporal em um ano. E outra pesquisa, publicada alguns meses antes, em maio de 2020, mostrou que a adaptação metabólica não é uma barreira à manutenção da perda ponderal.

Os achados do estudo em tela "fornecem mais evidências sobre as maneiras como a fisiologia contra-ataca quando as pessoas estão tentando perder peso", destacou o Dr. David B. Sarwer, Ph.D., que não participou da pesquisa, em um comunicado de imprensa da Obesity Society.

comunicado de imprensa da Obesity Society.

"Incontáveis fatores ambientais e outros determinantes sociais de saúde também fazem com que a perda ponderal e a sua manutenção sejam um desafio para muitas pessoas", acrescentou o Dr. David, que é diretor do Center for Obesity Research and Education no College of Public Health da Temple University, nos EUA.

"No entanto, é importante lembrar que, mesmo uma discreta perda de 5% do peso corporal inicial (muito menor do que a perda ponderal observada neste estudo), está associada a melhorias clinicamente significativas em problemas de saúde relacionados ao peso para muitos indivíduos", ressaltou.

Perda ponderal de 16% do peso inicial em cinco semanas: dieta de 800 calorias/dia

Não está claro se a adaptação metabólica contribui para a resistência à perda ponderal, aumentando o tempo necessário para alcançar os objetivos de perda ponderal.

Para avaliar a questão, Dra. Catia e colaboradores analisaram dados de 36 mulheres brancas e 29 mulheres negras de 20 a 41 anos de idade (média de idade: 36 anos; IMC médio: 28,6 kg/m2) que participaram de grupos de dieta em dois estudos (ROMEO e JULIET) realizados em sua instituição.

As participantes receberam uma alimentação contendo 20% a 22% de gordura, 20% a 22% de proteína e 56% a 58% de carboidratos, fornecida pela cozinha do centro de pesquisa.

Em média, a conformidade com a dieta foi de 64% e as participantes perderam 12,5 kg (perda de 16% do peso inicial) em 155 dias.

A adaptação metabólica foi avaliada quatro semanas depois da estabilização do peso após atingir o objetivo de perda ponderal.

Em média, a taxa metabólica de repouso após a perda ponderal foi 46 kcal inferior à esperada para o menor peso corporal.  

A adaptação metabólica após a perda ponderal foi um preditor significativo do tempo para atingir o objetivo de perda ponderal após ajuste para a meta de perda ponderal, déficit de energia, e adesão à dieta (R 2 ajustado = 0,63; P < 0,001).

Os achados do estudo podem não ser generalizáveis para homens, pacientes mais velhos, ou pessoas com IMC mais elevado, portanto, mais pesquisas são necessárias em uma população mais ampla, concluíram os pesquisadores.

A pesquisa recebeu apoio de fundos dos National Institutes of Health dos EUA. O Dr. David recebeu um fundo sabático do Comitê de Educação, Pesquisa e Inovação da Noruega Central e da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia. Os pesquisadores informaram não ter conflitos de interesses.

Obesity. Publicado on-line em 27 de janeiro de 2022. 


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Créditos


Imagem principal: Dreamstime


Medscape Notícias Médicas © 2022 WebMD, LLC


Citar este artigo: A 'fisiologia reage' quando as pessoas tentam perder peso - Medscape - 18 de fevereiro de 2022 ""


Meu comentário:


"Salvo enganos meus, pelos quais peço antecipadas desculpas!

O balanço energético dos macronutrientes utilizados na dieta citada é similar ao do dia a dia recomendado pelas diretrizes alimentares no BR, e, creio, em diversos outros países. Para configurar a dieta, então, recorreu-se a alternativa possível, que dá o caráter ponderal, que é a contabilidade energética.

Miríade de possibilidades se apresenta na conclusão de estudo dessa ordem. Tomo a liberdade de sugerir vertente que observe efeitos fisiológicos em face a dieta sem restrição calórica mas que contemple controles em diferentes proporções dos macronutrientes."Este foi numa postagem propaganda de uma palestra de lançamento de livro do Jesse no FaceDescobri que raciocínio semelhante pode ser aplicado ao fato de que as pessoas são convencidas a se alimentarem de modo a ficarem obesas e/ou diabéticas e se autoacusarem de não terem força de vontade, etc. Trato disso num dos minicapítulos do meu minilivro "Diabetes nunca mais - uma história de sucesso sem tomar remédios". O mecanismo passa pela "ideologia".Num post do face sobre industria de refrigerantes.:Através da ideologia consegue levar pessoas ao consumo de produtos que aumentam desmesuradamente a glicemia, um dos elos da resistência a insulina, diabetes tipo 2 e obesidade, com todas as consequências nefastas para a saúde. Se ligue pessoal.



Este foi num vídeo em que a pessoa orientava quais livros devemos ler para conhecer Marx:

Legal. Li o "Manifesto" ainda na década de 80 do século XX. Mais recentemente li "A Miséria da filosofia" .  Na pandemia li o livro I do Capital sob orientação online da prof. Dra. Marina Machado Gouvea e ouvindo palestras debates e apresentações do prof Dr. José Paulo, Dr. Mascaro e outros.  Atualmente estou lendo o livro II. 

Enquanto o livro I foi difícil, mas dinâmico, quase poético, o livro II está mui enervante, vagaroso, detalhista, mas, justiça seja feita, é muito instrutivo no que diz respeito aos esquemas de rotação do capital, analisados exaustivamente sob vários pontos de vista. Espero concluir a leitura até o fim do ano e iniciar o livro III. 

O próximo será "Fenomenologia do espirito"   do Hegel, leitura dirigida pelo pessoal de Santa Catarina e depois, se eu ainda estiver vivo, o Freud.

Ah, sim, obrigado pelo estimulante vídeo,

Uma curiosidade: Só pude estabelecer ligação entre ideologia e alimentação que nos mata por diabetes, excesso de peso, pressão alta, lento envenenamento por remédios de uso contínuo e a própria definição oficial de tais "doenças" , currículos das escolas de medicina, nutrição, indústria  da saúde e farmacêutica, etc, graças a leitura do Marx.

Este, a seguir,  foi feito no campo de comentário de artigo cientifico na Medscape, " Novas diretrizes para controle da hiperglicemia durante a internação
O Dr. Fabiano M. Serfaty destaca e comenta os principais pontos das novas diretrizes que atualizam o antigo documento"

"Entre outras, falar em manejo e autogerenciamento na DB 2 requer explicitar a relação entre desfechos favoráveis e alimentação com baixo teor de carboidratos, conforme orientação da ADA - American Diabets Asdociation. Meu name é Fernando Rabelo de Souza e sou autor do "Diabetes nunca mais - uma historia de sucesso sem tomar remédios".

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